Segundo denúncia, Lulinha recebeu mesada de R$ 300 mil do “Careca do INSS”
A denúncia contra Lulinha e a blindagem da esquerda à ida do filho do presidente da República à CPMI do INSS foram alguns dos temas do programa ALive desta sexta-feira (05), apresentado pelo jornalista Claudio Dantas.
Segundo denúncia, o filho de Lula (PT) teria recebido uma mesada de R$ 300 mil do “Careca do INSS”, apontado como principal operador do esquema bilionário contra aposentados e pensionistas.
Na visão do diretor de operações do Ranking dos Políticos Luan Sperandio, que participou do programa de hoje, a blindagem a Lulinha, alvo de uma “gravíssima denúncia”, envolve “talvez o maior escândalo do ano”.
Ele criticou a decisão da base governista de impedir a convocação: “Acreditam que ele não pode voltar da Espanha e vir pro Brasil pra prestar esclarecimento? Que ele não pode participar nem virtualmente e ser ouvido pelos deputados e senadores explicando que história é essa? Isso é muito grave”.
Segundo Sperandio, “foram sete votos que a base do governo conseguiu impor a derrota na oposição, e aí simplesmente a gente não vai ter essa convocação do Lulinha”.
O diretor do Ranking dos Políticos detalhou ainda o caso envolvendo Lulinha. Segundo ele, o filho do presidente era sócio do “Careca do INSS” e, de acordo com provas obtidas até o momento, estaria envolvido na lavagem de dinheiro do esquema: “Além da testemunha, que é uma testemunha chave, um ex-funcionário do Careca do INSS, há um amplo conjunto comprobatório, mensagens de WhatsApp, especialmente após o fim de 2024, em que mostram essa relação de negócios entre eles, e que mostra também o próprio ‘Careca do INSS’ citando o nome de Lulinha para vários terceiros”.
Sperandio acrescentou que Lulinha e o operador do INSS também viajaram juntos a Portugal, “onde, ao que tudo indica, implementariam um negócio relacionado à cannabis medicinal”.
Ele destacou que, até o momento, não há evidências de que Lulinha tenha se beneficiado diretamente do roubo às aposentadorias, mas que poderia ter participado de um segundo momento para lavar o dinheiro
“A Polícia Federal precisa investigar isso. Mas, nos últimos meses, a gente não tem visto nenhum movimento nesse sentido de uma forma mais veemente”, finalizou.
