O Itamaraty, por ordem Lula, negou pedidos de visto solicitados pelos EUA aos diplomatas Riley M Barnes, secretário-assistente, e Samuel Samson, subscretário-assistente, ambos do Departamento de Estado americano. Eles seriam enviados pela Casa Branca para atuar como observadores eleitorais em outubro.
A negativa não foi justificada oficialmente, mas a gestão de Mauro Vieira vazou a versão de que os funcionários americanos foram barrados por suspeita de que atuariam para descredibilizar as urnas eletrônicas. Não há contudo, até o momento, qualquer evidência pública que corrobore essa história.
A negativa ocorre logo após o próprio TSE vetar também pedido de credenciamento de observadores do Eurolat Forum, organização sediada no México e que recentemente acompanhou as eleições presidenciais na Colômbia, vencidas pela direita.
A decisão do MRE, naturalmente, terá consequências negativas para a relação bilateral, que já passa por grave crise impulsionada pela postura infantil da gestão Lula, que estimula o atrito com os EUA, enquanto se alinha à China, tornando o país cada vez mais dependente da economia chinesa.
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