Ao dizer que o “bestão lá acabou se matando com fogos de artifício”, a mulher que ocupa a posição de primeira-dama espalhou a verdade que todos no poder enxergam, mas ninguém ousa admitir por oportunismo político.
Ao dizer que o “bestão lá acabou se matando com fogos de artifício”, essa mulher espancou a versão do STF, da Polícia Federal e do próprio governo do marido.
Ao dizer que o “bestão lá acabou se matando com fogos de artifício”, expôs a mentira espalhada pela imprensa nos últimos dias sobre Tiu França, como um unabomber bolsonarista, obrigando essa mesma imprensa a publicar ontem, quase que inadvertidamente, a versão real dos fatos.
Sem querer, a mulher de Lula mostrou a todos que nem mesmo aqueles que vivem de assombrar o Brasil com o fantasma da extrema direita acreditam no que dizem, mesmo quando a mentira é repetida à exaustão.
A distopia que anistia corruptos, traficantes e homicidas, enquanto cala e prende quem manifesta indignação vive prematuramente as contradições dos regimes de força. Está bem claro quem não quer a pacificação do país, pois se alimenta do conflito político para fortalecer sua própria posição de poder.
A impostura de mulher que ocupa a posição de primeira-dama rendeu ao país um vislumbre nas trevas da atual quadratura histórica, mas o suficiente para romper o ciclo vicioso de narrativas insustentáveis. Não existe lobo na floresta!
Da próxima vez que o juiz auxiliar de Lula vier a público para dizer o que o Congresso deve ou não fazer com o PL da Anistia, nossos parlamentares podem simplesmente apertar o play do vídeo de Janja, como um gatilho a detonar a mentira. Ela é nossa mulher bomba.
