PCRJ diz que impediu ataque terrorista em frente à Alerj
Brasília, Quinta, 04 de junho de 2026
Segurança

PCRJ diz que impediu ataque terrorista em frente à Alerj

Operação identificou grupo que planejava atos violentos durante manifestação

As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI). Foto: Reprodução/ PCRJ.

Compartilhe em

Foto do autor

Por Redação

A Polícia Civil do Rio de Janeiro impediu, nesta segunda-feira (2), um ataque com uso de artefatos explosivos improvisados que seria realizado em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no Centro da capital. A ação ocorreu no âmbito da Operação Break Chain e resultou, até a última atualização, na prisão de três pessoas.

✅ Siga o canal do Claudio Dantas no WhatsApp

Segundo a corporação, o plano envolvia o lançamento de bombas caseiras e coquetéis molotov durante uma manifestação marcada para as 14h, que também teria ocorrências em outros estados do país. Além das prisões, dezenas de mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços localizados na capital fluminense, na Região Metropolitana e no interior do estado.

As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), que identificou grupos de mensagens e páginas em redes sociais usados para articular atos de violência classificados pela polícia como antidemocráticos. Inicialmente, quatro pessoas eram alvo das medidas judiciais, mas novas informações de inteligência levaram à identificação de outros 13 suspeitos ainda nesta manhã, com autorização da Justiça para ampliação da operação.

De acordo com a Polícia Civil, o grupo se apresentava como apartidário e anticorrupção, mas promovia a radicalização de seus integrantes e incentivava ações violentas. As apurações indicam que os investigados planejavam ataques contra prédios públicos, autoridades, estruturas de telecomunicações e centros políticos, com o objetivo de provocar pânico e desordem social.

Durante as diligências, os agentes encontraram materiais e orientações para a fabricação de artefatos incendiários improvisados, incluindo coquetéis molotov e bombas contendo bolas de gude e pregos, o que, segundo a corporação, representava risco concreto à população.

O secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou que o grupo vinha planejando uma sequência de ataques, não apenas no Rio de Janeiro. “Esse grupo pretendia cometer atentados em vários eventos, em diferentes partes do Brasil”, declarou.

Escreva seu e-mail para receber bastidores e notícias exclusivas

Não fazemos spam! Leia nossa política de privacidade para mais informações.

Publicidade