Rueda quer Moro governador e pretende convencer Ciro
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Política

Rueda quer Moro governador e pretende convencer Ciro

A reação veio após o PP no estado decidir, por unanimidade, que não homologará o nome do parlamentar na disputa de 2026.
A reação veio após o PP no estado decidir, por unanimidade, que não homologará o nome do parlamentar na disputa de 2026. Foto: Carlos Moura/Agência Senado

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Por Karoline Cavalcante

Jornalista e pós-graduanda em Marketing Político e Campanhas Eleitorais

Presidente do União Brasil promete pressionar Progressistas para manter a candidatura de Moro

O presidente do União Brasil, Antonio Rueda, afirmou nesta segunda-feira (8) que vai trabalhar para manter o senador Sergio Moro como candidato ao governo do Paraná. Segundo ele, a intenção é “dialogar com o Progressistas“.

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A reação veio após o PP no estado decidir, por unanimidade, que não homologará o nome do parlamentar na disputa de 2026.

Para Rueda, o veto anunciado é “arbitrário” e disse que a federação precisa ser construída com diálogo. Ele reforçou que Moro seguirá como o nome defendido pelo União Brasil.

“O União Brasil tem o Senador Sergio Moro, líder absoluto em todas as pesquisas, como pré-candidato ao Governo do Paraná e irá insistir na homologação da candidatura. A intenção é dialogar com o Progressistas no âmbito da Federação, buscando o melhor para o Paraná”, iniciou.

“O objetivo é fortalecer a Federação e construir soluções conjuntas. A imposição de vetos arbitrários é inaceitável e não contribui para o diálogo nem para o futuro do Estado” completou Rueda.

Pouco antes, o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PP-PI), confirmou que participou da reunião do diretório paranaense e que não pretende intervir.

Segundo ele, o PP avaliará se lança candidatura própria — com a ex-governadora Cida Borghetti como nome mais cotado — ou se apoia outro projeto, como o do governador Ratinho Júnior (PSD), caso ele tente novo mandato.

“O PP no Paraná não vai homologar o nome do candidato Moro. Precisamos dialogar isso com a federação”, disse Ciro.

A divergência expõe uma racha na futura federação entre União Brasil e PP, que já teve sua formação submetida ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Se aprovada, as duas legendas precisarão atuar em bloco, aumentando o peso das decisões locais.

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