Gasto com reforma da Praça dos Três Poderes aumenta 57%
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Política

Governo Lula vai gastar 57% a mais em reforma da Praça dos Três Poderes

Praça dos Três Poderes
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Por Redação

Reforma da Praça dos Três Poderes terá custo maior, com projeto cultural e modernização

O governo Lula (PT) vai gastar R$ 34,7 milhões na reforma da Praça dos Três Poderes, em Brasília, um aumento de 57% em relação aos R$ 22 milhões anunciados em abril. A obra deve começar ainda neste mês e o financiamento será feito com verbas da Petrobras e do BNDES por meio da Lei Rouanet.

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De acordo com o Iphan, responsável pelo projeto, o valor maior se deve a “ajustes posteriormente feitos”, incluindo custos de administração da obra e de um projeto cultural com “extenso programa de educação patrimonial”, além de uma “exposição móvel” e outras atividades.

A praça era de responsabilidade do governo do DF, mas o governo Lula decidiu assumiu o projeto após críticas de Janja sobre a conservação do local em 2024.

Até agora, o governo petista já gastou R$ 744.685,11 com um escritório de arquitetura de Santa Catarina para elaboração do projeto. A previsão é que a 1ª etapa da obra seja concluída em 2026.

A reforma da Praça inclui recuperação completa do piso e das estruturas comprometidas, restauro das obras de arte e monumentos, revitalização de espaços culturais e modernização da iluminação. Também estão previstas instalação de câmeras de segurança, melhorias na acessibilidade, sinalização visual e turística, além de áreas de convivência com bancos e cobertos.

O presidente do Iphan, Leandro Grass, apresentou o projeto em abril, durante os 65 anos de Brasília. Na ocasião, estimou o valor da obra em R$ 22 mi e previsão de início até julho.

Em nota ao jornal O Estadão, o Iphan detalhou que os R$ 34,7 milhões serão captados via Lei Rouanet, e que o acréscimo em relação à estimativa inicial inclui o projeto cultural, educativo e custos de administração.

“O valor de R$ 22 milhões mencionado em abril não incluía o projeto cultural e educativo, ajustes posteriormente feitos, além da administração da obra”, destacou o órgão.

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