CPI do Crime Organizado promete foco técnico e combate a violência em todo o país
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
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CPI do Crime Organizado promete foco técnico e combate a violência em todo o país

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE)
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Foto: Agência Senado

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Por Redação

Alessandro Vieira explica que a atuação da comissão vai buscar um “diagnóstico técnico” e soluções concretas

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A nova CPI do Crime Organizado, deve ser instalada na próxima terça (4), no Senado Federal e promete agir de forma técnica para entender o fluxograma do crime e das milícias, no âmbito nacional.

A proposta é do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), de acordo com o próprio parlamentar, não tem viés político e sim, de soluções prática e investigações reais dentro de um entendimento que vai além do que hoje é praticado pelas comissões tradicionais.

“Brasil não pode ser refém de criminosos”, diz autor do pedido da CPI

O senador explicou ao site Cláudio Dantas que o objetivo não é cuidar de um caso específico, como a megaoperação por exemplo, mas estudar a violência que acomete os níveis municipais, estudais e nacional.

“Brasil não pode ser refém de criminosos”, diz autor do pedido da CPI
“Brasil não pode ser refém de criminosos”, diz autor do pedido da CPI.
Foto: Mauro Pimentel/AFP/O Tempo

“A CPI do crime organizado, que o Senado vai instalar, tem objetivos claros. Fazer um diagnóstico técnico da realidade do crime organizado em todo o país, essa tragédia que nos afeta cotidianamente, mostrar soluções que já existem dentro e fora do país e, ao final, entregar para a nossa sociedade, para o nosso país, um compromisso de solução desses problemas. É plenamente possível e o Brasil não merece ficar eternamente refém de criminosos”, afirmou o senador.

“A ideia é ouvir secretários de segurança dos estados, representantes da Receita Federal, autoridades federais e especialistas no combate ao crime.”, completou Vieira.

Apesar de ser um nome que corre nos bastidores para relator da CPI, Alessandro não confirmou a indicação. Disse que independente de quem assuma essa posição, o objetivo da comissão é descobrir quem são os “frentes” das facções e milícias, peças-chave dentro do crime e da violência no Brasil.

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