Militar já cumpriu pena em regime aberto e segue com tornozeleira
O Supremo Tribunal Federal (STF) certificou o encerramento da ação penal contra o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, no processo que investigou a suposta trama golpista de 2022.
A decisão foi formalizada após o prazo de recursos ter se esgotado sem manifestação da defesa de Cid.
O militar foi condenado a 2 anos de prisão em regime aberto, pena que já foi cumprida durante o período em que esteve preso nas investigações conduzidas pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.

Apesar do encerramento da ação, Cid permanece monitorado por tornozeleira eletrônica e continua com bens e passaportes retidos por determinação judicial.
Os recursos de Jair Bolsonaro e de outros acusados no mesmo inquérito serão analisados pela Primeira Turma do STF em 7 de novembro.
Em setembro, o colegiado condenou o ex-presidente, Cid e outros seis réus por crimes relacionados à organização criminosa armada e à tentativa de golpe de Estado.
