A morte como estratégia política da esquerda - Claudio Dantas
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
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A morte como estratégia política da esquerda

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Por Redação

Por Júlia Lucy*

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Dois acontecimentos chocaram o mundo e desencadearem um processo de profunda e irrevogável transformação do modo de vida de conservadores e de liberais.

Charlie Kirk, um dos maiores expoentes do conservadorismo americano, faleceu após tomar um tiro de arma de guerra no pescoço. Ele deixou para trás uma esposa, duas crianças pequenas e um legado de trabalho em prol da defesa dos valores das liberdades.

Seu assassino está preso e a polícia ainda monta o quebra-cabeça do crime, buscando entender a motivação. Mas nós já sabemos qual é.

Seu assassino fora doutrinado para acreditar que ele tinha a missão de matar todos aqueles identificados como pertencentes ao grupo de Kirk.

A morte é o ápice da estratégia política da esquerda, mas há algumas etapas anteriores que precisam ser compreendidas.

Primeiro, ela define como intoleráveis um conjunto de opiniões, de posturas, de aparências e de status financeiro. Tudo o que está dentro do pacote passa a ser proibido e, portanto, não se aceitam, sequer, que existam.

Depois, ela rotula os pertencentes a esses grupos com os piores adjetivos possível como “ fascistas, nazistas, racistas”. A intenção é a de despertar o ódio imediato em relação a essas pessoas.

O rotulado passa a ser visto como não possuidor de direitos básicos, inclusive o de permanecer vivo. Ele também perde o direito de ter redes sociais e de ser aceito pela sociedade material.

Paralelamente, os seguidores da seita esquerdista são estimulados a desejarem o mal para todos os que estejam no grupo. Em consequência, os esquerdistas vibram a cada acontecimento ruim que lhes acometa.

Por fim, a seita os incita a praticarem atos de efetiva violência contra os “odiados”. E foi isso o que aconteceu com Kirk e Irina.

Irina foi morta por ser branca – e ser branco está entre as características não aceitas. De acordo com a seita, ser branco é motivo para ser odiado automaticamente.

Irina apenas sentou numa cadeira de metrô quando foi violentamente atingida por facadas no pescoço pelo passageiro que estava atrás dela.

Seu algoz, um homem preto e que já foi preso por diversas vezes, comemorou o ato com a frase: eu peguei aquela garota branca!

Dias depois, Charlie Kirk foi alvejado com por um tiro dado por um desconhecido.

Em ambos os casos, as vítimas não haviam feito nada a seus assassinos.

Elas apenas existiam.

O que a esquerda, em absoluto, não tolera.

A esquerda, por se julgar moralmente superior, arroga para a missão de promover uma limpeza cultural, mesmo que para isso tenha de utilizar como estratégia o assassinato dos principais expoentes da direita.

E, para coroar a implementação da agenda, seus asseclas comemoraram sempre quando o objetivo é atingido.

Hoje, está claro que nós não deveríamos ter aceito quando nos passaram a chamar de nazistas ou de fascistas.

Também, não deveríamos ter aceito a ditadura do silêncio imposta a nós dentro dos centros universitários, e dos meios de comunicação em massa e nas redes sociais.

Nossa submissão à estratégia deles deu a impressão de que aceitávamos os rótulos que nos impunham porque sentíamo-nos culpados de sermos cristãos, héteros e financeiramente independentes.

Agora, no entanto, que compreendemos o erro, precisamos mudar a forma de agir.

Devemos ser atuantes, presentes nos espaços de debate e de poder e precisamos, acima de tudo, estarmos preparados para revidar.

E isso já começou. Tanto nos Estados Unidos como no Brasil, foram iniciados movimentos para estimular a demissão de funcionários em cujos perfis de redes sociais tenham sido feitas comemorações da morte de Kirk.

Milhares já foram demitidos.

Também já observamos a iniciativa de exposição do perfil de donos de negócios que tenham agido igual. As comunidades estão comprometidas a não comprarem mais nesses estabelecimentos.

A direita agora, portanto, toma emprestado parte da estratégia da esquerda.

Ela se uniu para identificar e punir aqueles que lhes desejam a morte.

Não os seguiremos mais, não iremos mais aos seus shows e não compraremos mais em suas lojas, assim como também não mais os contrataremos.

Por questões de sobrevivência, devemos impor a eles todos os tipos de pena, menos a capital.

* Júlia Lucy é ex-deputada distrital e cientista política

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