Deputado alerta autoridades brasileiras sobre apoio ao ministro do STF
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), atualmente em exílio, divulgou nota oficial agora há pouco celebrando a sanção imposta pelos Estados Unidos ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, sob a Lei Global Magnitsky. Segundo o comunicado, a medida confirma o que “milhões de brasileiros já sabiam”: que Moraes é um violador de direitos humanos.
“Pela primeira vez, o arquiteto da censura, da repressão política e da perseguição judicial no Brasil enfrenta consequências concretas — passa agora a integrar a lista infame de violadores de direitos humanos sancionados pelo mundo, como o ditador Nicolás Maduro”, diz a nota assinada por Eduardo e pelo jornalista Paulo Figueiredo, ambos em exílio.
A sanção, que inclui bloqueio de bens nos EUA e restrições de entrada no país, foi oficializada pelo Departamento do Tesouro sob liderança do presidente Donald Trump, do secretário de Estado Marco Rubio e do secretário do Tesouro Scott Bessent.
Eduardo Bolsonaro destacou que, apesar de duras, as penalidades ainda são “leves” diante das ações atribuídas a Moraes, como prisões sem julgamento, censura, confisco de bens e, segundo ele, até mortes, como no caso de Clezão.
“Hoje, finalmente, começamos a fazer justiça em nome de cada um deles. E deixamos claro: a era dos recuos acabou”, afirma.
O parlamentar também emitiu um alerta às autoridades brasileiras, citando trecho da própria Lei Magnitsky que prevê sanções contra quem “assistiu, patrocinou ou forneceu apoio financeiro, material ou tecnológico” a violadores.
“O custo de apoiar Alexandre de Moraes, seja por omissão, cumplicidade ou conveniência, será insuportável. Para os indivíduos e também para suas famílias. Chegou a hora da escolha: estar com Moraes, ou com o Brasil”, conclui.
O documento encerra com a frase: “Deus abençoe o Brasil. E Deus abençoe a América.”
