Prisão de ativistas em Bruxelas expõe avanço da agenda globalista e acende alerta sobre censura
A prisão da ativista britânica Lois McLatchie Miller e do canadense Chris Elston, conhecido como “Billboard Chris”, durante um protesto pacífico em Bruxelas, acendeu novo alerta sobre a escalada censória na Europa. O cartaz segurado por Lois, com a frase “Crianças nunca nascem no corpo errado”, foi o estopim para a ação da polícia belga, que levou os dois ativistas para a delegacia. Ambos foram obrigados a tirar a roupa e ficaram detidos por horas, mesmo sem qualquer acusação formal.
A repressão ocorreu no centro político da União Europeia e gerou reação imediata de organizações internacionais. Paul Coleman, diretor executivo da ADF International, afirmou: “As autoridades belgas não só falharam em defender o direito fundamental de falar livremente, como também voltaram o poder do Estado contra aqueles que estavam exercendo pacificamente seus direitos a mando de uma multidão.”

No programa Alive, o jornalista Cláudio Dantas destacou o caráter autoritário do episódio: “É uma agenda sensória, ditatorial, e ela vem sendo implementada com rapidez e força porque usa o aparato policial, usa a justiça, usa a política, usa ONG, usa a mídia. Esse é o contexto. Por isso, não podemos vacilar.”
Para o analista Marcos Degaut, o caso belga é apenas mais um sintoma da agenda que já chegou ao Brasil: “Bruxelas é o berço do movimento globalista europeu. Tudo que acontece lá vira moda no mundo. Essa agenda foi exportada para cá. E agora temos um Judiciário que adota o mesmo discurso para criminalizar qualquer opinião.”
Degaut citou ainda o episódio recente no Brasil em que a Polícia Federal foi mobilizada por ordem do ministro Ricardo Lewandowski para localizar uma mulher que gritou “Lula ladrão” em local público: “Para perseguir não só oponentes políticos, mas qualquer um que não se comporte dentro daquela forma globalista.”
A deputada Adriana Ventura (Novo-SP) também criticou o cerco à liberdade de expressão: “Censura é coisa de gente burra. Nosso país não pode ser burro. A democracia só se corrige com crítica. Querem censurar porque não aguentam debate. São fracos, não têm coragem moral, ficam censurando os outros.”
O analista Ary Alcântara traçou um paralelo histórico com os regimes mais duros da humanidade: “A censura é uma manifestação dos fracos. A pessoa que não aguenta um argumento, censura. E isso tem consequências gravíssimas. Ninguém vai colocar centros de inteligência artificial num país que vigia a liberdade. Vamos botar bom senso e deixar de ser burros.”
Ele lembrou ainda que até autores clássicos estão sendo alvos do cancelamento: “Nelson Rodrigues está sendo censurado. Monteiro Lobato. A arte é expressão da alma. Aquilo que hoje não agrada, amanhã é aclamado. Censurar é burrice.”
