O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou nesta segunda-feira (2) que o governo avalia duas alternativas para embasar o aumento do IOF sobre operações financeiras, decisão que enfrenta críticas de parlamentares.
Haddad apontou como primeira opção a correção de distorções no sistema financeiro. O ministro evitou especificar quais problemas o plano pretende atacar. “Qualquer ajuste ocorrerá no contexto da correção dos desequilíbrios atuais nos tributos ligados às finanças”, informou a jornalistas.
A segunda estratégia envolve retomar o debate sobre reformas estruturais. “Combinamos que as reformas estruturais retornarão à pauta”, disse.
A elevação do IOF sobre operações de “risco sacado” provocou reações no Congresso. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), exigiu a suspensão imediata do decreto.
