China defende ‘não interferência’ após EUA classificarem PCC e CV como terroristas
Brasília, Quarta, 15 de julho de 2026
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China defende ‘não interferência’ após EUA classificarem PCC e CV como terroristas

"A China sempre defende a não interferência nos assuntos internos de outros países"

Foto: David Yu/Pixabay

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Por Gianlucca Gattai

Jornalista político e assuntos internacionais.

A ditadura comunista chinesa se manifestou nesta manhã (29) sobre a decisão do governo Trump de enquadrar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como “organizações terroristas globais”. O anúncio foi feito pelos EUA na noite de ontem (28), após pedido do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

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De acordo com Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Pequim defende a “não interferência”. “Tomamos conhecimento dos relatórios pertinentes. A China sempre defende a não interferência nos assuntos internos de outros países”, afirmou durante coletiva de imprensa.

A inclusão na lista americana terá vigência a partir do dia 5 de junho. Em comunicado divulgado ontem, o Departamento de Estado dos EUA disse que a medida “demonstra ainda mais o compromisso inabalável do governo Trump em desmantelar cartéis e organizações criminosas em nossa região e garantir a segurança do povo americano”.

“CV e PCC são duas das organizações criminosas mais violentas do Brasil. Juntas, comandam milhares de membros e orquestraram ataques brutais contra policiais, funcionários públicos e civis brasileiros. Sua influência e redes ilícitas se estendem muito além das fronteiras do Brasil, por toda a nossa região e por todo o país”, diz a nota.

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