Urgente: Celso Sabino deixa Ministério do Turismo após União Brasil romper com Lula Sabino entregou carta de demissão a Lula após União Brasil romper com governo. Ministro deve permanecer até agenda da COP30 em Belém.
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Política

Urgente: Celso Sabino deixa Ministério do Turismo após União Brasil romper com Lula

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Por Redação

Lula pediu que Sabino permaneça até viagem oficial ao Pará na próxima semana

O ministro do Turismo, Celso Sabino (PA), pediu demissão do cargo após o rompimento do União Brasil com o governo Lula. A carta foi entregue ao presidente nesta sexta-feira (26), durante reunião no Palácio do Planalto, mas a saída só deve se concretizar nos próximos dias. Ainda não há nome definido para a sucessão.

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“Tive uma conversa hoje com o presidente da República em virtude da decisão que o partido ao qual sou filiado tomou de deixar o governo e vim hoje aqui cumprir o meu papel. Entreguei ao presidente a minha carta e o meu pedido de saída do Ministério do Turismo cumprindo a decisão do meu partido”, disse Sabino após o encontro.

Segundo ele, Lula pediu que permaneça no cargo por mais uma semana para acompanhar a agenda oficial em Belém (PA), marcada para 2 de outubro, quando o governo deve entregar obras ligadas à COP30.

“O presidente pediu que eu acompanhasse nessa missão à cidade de Belém na próxima quinta-feira e assim nós vamos estar”, afirmou.

Sabino e presidente Lula
Sabino e presidente Lula

A permanência de Sabino vinha sendo questionada desde a decisão do União Brasil de abandonar a base do Executivo, na última semana.

Com a saída de Sabino, já são 13 mudanças no primeiro escalão desde o início do mandato. A última ocorreu com a troca no Ministério das Mulheres, quando Cida Gonçalves deixou a pasta e foi substituída por Márcia Lopes.

Apesar do desembarque do União Brasil, dois ministros do partido seguem no governo por serem cota pessoal do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (AP). São eles: Frederico de Siqueira (Comunicações) e Waldez Góes (Integração), que devem permanecer em seus cargos.

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