Tarcísio vai a jantar com líderes da direita sem Bolsonaros
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Política

Tarcísio é “ungido” por centro-direita em jantar sem família Bolsonaro

Tarcísio é a "estrela" de jantar com líderes da centro direita

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Por Redação

Em um jantar sem a presença de representantes da família Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), foi a “estrela” e aclamado como o provável candidato de centro-direita para a eleição de 2026.

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A confraternização, oferecida pelo presidente do União Brasil, Antonio de Rueda, teve a presença de figuras proeminentes do PP, Republicanos, MDB, PSD e PL, configurando-se como um pacto dos partidos em torno da eventual candidatura do governador ao Palácio do Planalto.

A indicação de Tarcísio, no entanto, ainda depende do aval do ex-presidente Jair Bolsonaro, que flerta com a possibilidade de indicar um de seus filhos para substituí-lo nas urnas.

Participantes do jantar, que ocorreu após a convenção que formalizou a federação entre PP e União Brasil, afirmaram que Tarcísio ressaltou a necessidade de união das legendas “por um País melhor” e foi aplaudido.

Apesar de não ter se colocado diretamente como candidato, ficou implícito que ele será o nome do campo político se decidir ser o representante da oposição contra o presidente Lula em 2026. “A foto diz tudo”, disse um integrante do Centrão, em referência à imagem da direita em peso ao redor de Tarcísio.

O jantar contou com a presença de governadores de direita como Ronaldo Caiado (Goiás), Mauro Mendes (Mato Grosso), Jorginho Mello (Santa Catarina), Cláudio Castro (Rio de Janeiro), Romeu Zema (Minas Gerais) e Ibaneis Rocha (Distrito Federal). Os presidentes de PSD, Gilberto Kassab; do PL, Valdemar Costa Neto; do MDB, Baleia Rossi; e do Republicanos, Marcos Pereira, também participaram.

Embora com um discurso de oposição ao governo Lula, as siglas de centro-direita começaram a criar uma série de condições para deixar os ministérios que ocupam, tentando jogar para Tarcísio o timing dessa decisão.

Apesar de ser o favorito do empresariado e dos partidos para enfrentar Lula, o governador precisa do aval de Bolsonaro para que a sua candidatura seja viável.

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