Padilha: negacionismo e ideologias que desprezam a vida são inimigos - Claudio Dantas
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Política

Padilha: negacionismo e ideologias que desprezam a vida são inimigos

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Foto: Reprodução/@CanalGov

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Por Gianlucca Gattai

Jornalista político e assuntos internacionais.

O novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, empossado na tarde desta segunda-feira (10), afirmou que sua “obsessão” à frente da pasta será a redução do tempo de espera para atendimentos especializados no Sistema Único de Saúde (SUS).

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“Chego ao Ministério da Saúde com uma obsessão: reduzir o tempo de espera para quem precisa de atendimento especializado no nosso país. Não há solução mágica para um gargalo que ultrapassa décadas e se agravou com a pandemia e o descaso do governo anterior”, afirmou Padilha durante a cerimônia. Ele assume a pasta no lugar de Nísia Trindade.

De acordo com Padilha, a ideia é criar um novo modelo de remuneração para pagar mais e melhor para que o atendimento especializado ocorra no tempo correto. Ele também disse que o governo deverá priorizar a redução de tempo de espera para o diagnóstico e tratamento de câncer.

Outra frente citada pelo ministro será impulsionar um amplo movimento nacional pela vacinação e em defesa da vida.

“Queremos chamar de volta todos aqueles que se mobilizaram durante a covid para defender a vida das nossas crianças, dos idosos e famílias por meio da vacinação. Irei a cada canto desse país com esse propósito”.

Padilha prometeu ainda combater o negacionismo e as ideologias que desprezam a vida. Ele também disse que seguirá a Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Na condição de ministro da saúde, como médico, professor universitário, pesquisador, defensor do SUS, terei sim 1 inimigo, diante do qual nunca recuarei: o negacionismo e as ideologias que desprezam a vida”, afirmou o petista.

“Quero cumprimentar os representantes da Organização Mundial da Saúde, e da Organização Pan-Americana da Saúde, aqui presentes. Quero dizer com muita clareza e em alto e bom som: aqui, OMS e OPAS, vocês têm um ministro e um presidente da República que dizem sim a OMS, a Organização Mundial da Saúde”, disse Padilha.

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