Sabino defende organização do evento em Belém e destaca participação de comunidades indígenas e ribeirinhas
O ministro do Turismo, Celso Sabino, reagiu às críticas à COP30 nesta segunda-feira (17) classificando-as como resultado da “síndrome do vira-lata”.
Em entrevista à CNN, ele afirmou que há tendência de achar defeito no que é feito no Brasil, em comparação ao que acontece no exterior.
Sabino destacou que questões como preços de hospedagem foram reguladas pelo mercado, que as obras, transporte e segurança estão funcionando bem, e que a localização em Belém do Pará permitiu a participação de indígenas, comunidades ribeirinhas e agricultores familiares no evento.
A COP30, que termina nesta sexta-feira (21), entrou nesta segunda na fase política, com a chegada de ministros de quase 160 países.
