“Vamos em frente sem desistir do Brasil”
A jornalista Cristina Graeml, que participou do programa ALive desta quarta-feira (10), afirmou que, mesmo com a aprovação do PL da Dosimetria, “a luta vai continuar”. Segundo ela, a direita não está “comemorando” a dosimetria, mas se sente satisfeita até certo ponto.
“Ontem foi um passo, um pequeno passo, numa longa caminhada que ainda temos pela frente”, disse Graeml.
A jornalista destacou que os condenados pelo 8 de Janeiro, com a dosimetria, terão chance de passar o Natal e o fim de ano com suas famílias, “coisa que não aconteceu em 2024, nem em 2023, [mesmo] sem terem cometido crime algum. Não são criminosos, são inocentes perseguidos pelo sistema, mas a luta vai continuar”.
“A gente tem dito nas nossas redes sociais, dia após dia: ‘anistia ampla, geral e restrita’. Há perseguições, as pessoas são inocentes, os verdadeiros vândalos não foram presos. Nós apoiamos Flávio Bolsonaro, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, que é mais um perseguido político’. Tudo isso a gente vem dizendo, vai continuar dizendo e trabalhando para que a justiça se restabeleça [aém da dosimetria], o Estado de Direito seja resgatado no Brasil, e a anistia ampla, geral e restrita se consolide”.
Segundo Graeml, a luta da direita “de fato” é constante no Brasil: “A luta da direita, de quem é direita de fato, não nasceu agora. Essa direita oportunista quer cantar de galo, mas a nossa continua trabalhando dia após dia para escancarar essa perseguição política a conservadores feita pelo regime PT-STF desde antes do 8 de Janeiro”.
Ela lembrou que a perseguição aos conservadores começou em 2019, já no governo Bolsonaro, com a censura do Supremo à revista Crusoé pela matéria “Amigo do amigo do meu pai”, que resultou na abertura do inquérito das fake news. “Foi nesse período que Alexandre de Moraes passou a usar essas ferramentas como instrumento de perseguição. É esse estado de exceção que estamos vivendo”, afirmou.
“Hoje, a direita continua sendo perseguida e pressionada por esse regime PT-STF. Qualquer um que ousa levantar a voz contra essa ditadura da toga sofre retaliações”, completou Graeml.
A jornalista finalizou destacando que a luta contra a juristocracia no Brasil “é um trabalho de gerações, não começou ontem e não terminará amanhã”: “Vamos em frente sem desistir do Brasil”.
