O presidente Lula (PT) realizou nesta quinta-feira (28) mais uma sessão de ‘radioterapia preventiva‘ no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília. O tratamento ocorre após a retirada de um câncer de pele identificado no couro cabeludo em abril deste ano.
Ao todo, o presidente deverá passar por 15 sessões de radioterapia ao longo de 3 semanas. As aplicações serão diárias, de segunda a sexta-feira, com ajustes na agenda presidencial conforme os horários do procedimento.
A radioterapia foi indicada como etapa complementar após a retirada de um carcinoma basocelular, o tipo mais comum de câncer de pele. O procedimento tem duração média de 10 minutos e, segundo a equipe médica do petista, não provoca efeitos colaterais relevantes, o que permite a manutenção da rotina de trabalho do presidente durante o tratamento.
De acordo com os médicos que acompanham Lula, a lesão era localizada e não apresentava sinais de disseminação. Na época da cirurgia, a dermatologista Cristina Abdala, responsável pelo procedimento, afirmou que o presidente já monitorava a lesão havia algum tempo.
“É uma lesão localizada, não espalha para nenhum lugar. O máximo que pode acontecer é ficarem aparecendo pequenas feridas. Ele já estava acompanhando há algum tempo. Resolveu tirar. Isso não implica mau prognóstico. É acompanhamento”, disse Abdala na ocasião.