Lula decreta GLO no Pará para COP30 e mobiliza Forças Armadas em Belém, Altamira e Tucuruí
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Brasil

Lula decreta GLO no Pará para COP30 e mobiliza Forças Armadas em Belém, Altamira e Tucuruí

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai contar com novos cargos e funções comissionadas após a sanção de Lula à Lei 15.253, publicada nesta quinta-feira (6) no Diário Oficial da União.

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Por Redação

Sob o pretexto de garantir segurança durante a conferência climática da ONU, o governo mobiliza 20 mil agentes

Lula assinou nesta segunda-feira (3) um decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para os municípios de Belém, Altamira e Tucuruí, no Pará, válido entre 2 e 23 de novembro.

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A medida, solicitada pelo governador Helder Barbalho (MDB), reforça o aparato de segurança federal às vésperas da COP30, que será realizada na capital paraense em 2025.

Segundo o governo, a operação contará com cerca de 20 mil agentes, entre eles 7 mil militares das Forças Armadas, 2.500 policiais federais e rodoviários federais e 10 mil integrantes das forças estaduais e municipais.

O comando das ações ficará sob monitoramento do Comitê Executivo de Segurança Integrada Regional (CESIR), instalado na Secretaria de Segurança Pública do Estado.

Helder Barbalho tenta desvincular o decreto da recente megaoperação policial no Rio de Janeiro.

Em setembro, o governador já havia solicitado a medida sob o argumento de que seria necessária para garantir a segurança da Conferência da ONU sobre o Clima e da Cúpula de Líderes, que devem reunir mais de 50 chefes de Estado e 140 delegações estrangeiras em Belém.

O Planalto afirma que o decreto segue o mesmo modelo das GLOs aplicadas durante o G20 e a reunião dos BRICS no Rio de Janeiro, e que sua finalidade é “assegurar a integridade de instalações e serviços estratégicos”.

Além de Belém, Altamira e Tucuruí foram incluídas para proteger infraestruturas críticas, como usinas hidrelétricas, portos, aeroportos e vias de acesso.

Em nota, o governo federal disse que as Forças Armadas atuarão “em coordenação com órgãos de segurança pública federais e estaduais” para garantir a ordem pública e a segurança de autoridades e delegações internacionais.

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