O presidente Lula (PT) se reúne neste momento com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington. O petista chegou ao local por volta de 12h20 (horário de Brasília) e foi recebido pelo republicano.
Segundo o Palácio do Planalto, uma reunião inicial ocorreu no Salão Oval, inicialmente em formato reservado, com a presença das equipes de ambos os governos. O encontro durou pouco mais de 1 hora. As comitivas estão neste momento em um almoço oficial.
Lula desembarcou em Washington na noite de quarta (06) e a previsão é de retorno a Brasília ainda nesta quinta ou na sexta (08).
A pauta inclui temas econômicos e estratégicos, como comércio bilateral, terras raras, combate ao crime organizado, conflitos internacionais, a investigação dos EUA sobre o PIX, regulação das big techs e o cenário eleitoral brasileiro.
Pelo lado brasileiro, participam da reunião os ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores), Dario Durigan (Fazenda), Márcio Rosa (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Wellington César Lima e Silva (Justiça e Segurança Pública).
Também integra a comitiva o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, que não participou da reunião no Salão Oval.
Já do dos EUA, integram a agenda: o vice-presidente J.D. Vance, a chefe de Gabinete Susie Wiles, o secretário do Tesouro Scott Bessent, o representante de Comércio Jamieson Greer e o secretário do Comércio Howard Lutnick.
A programação inicial previa que o encontro fosse aberto à imprensa antes da reunião bilateral, mas o protocolo foi alterado a pedido de Lula. A conversa reservada ocorreu antes da entrada dos jornalistas, o que foge ao formato habitual das visitas de trabalho na Casa Branca.
Ao fim da agenda em Washington, Lula deve conceder coletiva de imprensa na embaixada brasileira.
Esta é a 2ª reunião entre Lula e Trump neste ciclo de governo dos dois países. O primeiro encontro ocorreu em outubro do ano passado, na Malásia, em meio ao aumento de tarifas dos EUA sobre produtos brasileiros e sanções a autoridades do Brasil.
Desde então, os presidentes mantêm diálogo por telefone sobre temas bilaterais.
