Gleisi fala da oposição: “Inventa factoides”, sobre decreto que amplia poderes de Janja - Claudio Dantas
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
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Gleisi fala da oposição: “Inventa factoides”, sobre decreto que amplia poderes de Janja

Gleisi Hoffmann defende decreto de Lula que amplia atuação de Janja e critica oposição por criar “factoides”.
A primeira dama Rosângela Janja da Silva e a ministra Gleisi Hoffmann. Foto: Reprodução

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Por Redação

Ministra usa discurso de “transparência” para tentar explicar decreto de Lula

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, foi as redes sociais nesta segunda-feira (13), para tentar blindar a imagem do governo, depois das críticas sobre o Decreto nº 12.604, assinado por Lula, que amplia o acesso da primeira-dama Janja Lula da Silva aos serviços do Gabinete Pessoal da Presidência.

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Em publicação nas redes sociais, Gleisi afirmou que “não há nada de errado, irregular e muito menos ilegal no decreto”. Segundo ela, a norma apenas define parâmetros legais e dá transparência às atividades da esposa de Lula.

Gleisi Hoffmann defende decreto de Lula que amplia atuação de Janja e critica oposição por criar “factoides”.
Foto: Reprodução/ X

Oposição tenta barrar trecho do decreto

A ministra reagiu às críticas da oposição, que tenta barrar o artigo 8º do decreto. “Na ausência de propostas para o país e na falta do que fazer, inventam factoides para desviar a atenção. Força, Janja!”, escreveu Gleisi.

Os deputados Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Coronel Zucco (PL-RS) protocolaram projetos de decretos legislativos para anular o trecho. As propostas precisam ser aprovadas pela Câmara e pelo Senado.

Sóstenes argumenta que Lula tenta “ampliar os poderes da primeira-dama com o intuito de promover a imagem dela perante o eleitorado da esquerda às custas do dinheiro dos contribuintes”, lembrando que Janjanão concorreu a qualquer cargo”.

O decreto altera a estrutura administrativa da Presidência e permite que o Gabinete Pessoal apoie o cônjuge do presidente em atividades de interesse público.

Segundo nota da Secretaria de Comunicação da Presidência, o texto segue orientação da Advocacia-Geral da União (AGU) e apenas formaliza funções já exercidas de forma voluntária e não remunerada pela primeira-dama.

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