Flávio Bolsonaro pede engajamento do PL para derrotar Lula - Claudio Dantas
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Política

Flávio Bolsonaro pede engajamento do PL para derrotar Lula

Em reunião da cúpula do partido, senador afirmou que a estratégia é ocupar espaços de visibilidade

Foto: Reprodução/Redes sociais

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Por Karoline Cavalcante

Jornalista e pós-graduanda em Marketing Político e Campanhas Eleitorais

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu nesta quarta-feira (25) que parlamentares do partido aumentem o engajamento em entrevistas, redes sociais e atividades legislativas para divulgar o projeto da legenda e enfrentar diretamente o governo do presidente Lula (PT).

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“E a gente, para sair dessa caverna, a gente tem que derrotar o Lula. A gente tem que esclarecer para a população que o Lula é um produto vencido”, afirmou o senador.

Ele afirmou que é necessário mostrar à população um projeto de segurança pública mais firme, com construção adequada de presídios, e reforçou a atenção à educação básica. “esse governo acabou com a secretaria especial de educação”, disse.

O Portal Claudio Dantas teve acesso à íntegra do encontro, que ocorreu durante a reunião das bancadas da Câmara e do Senado, no Auditório Juca Chaves, no Complexo Brasil 21, em Brasília.

Flávio detalhou que a intenção é alcançar a juventude e oferecer alternativas para reduzir a criminalidade, ao mesmo tempo em que defende um modelo econômico inspirado na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com modernização do Estado, aumento da arrecadação sem elevação de impostos e estímulo à geração de empregos.

“O projeto que a gente tem aqui é de fazer como Bolsonaro sempre fazia, qualquer real a mais de arrecadação que tinha no orçamento, sem aumento de impostos. Era uma obsessão dele, sempre pensando em gerar empregos e fazendo que as pessoas dependam cada vez menos do Estado, ao contrário do que acontece hoje”, declarou.

Flávio também reforçou que seguirá sua linha de atuação “com humildade, ouvindo todo mundo, mas tomando as decisões que eu tenho que tomar”, sempre com orientação de conselheiros e lideranças estaduais, e com aval do ex-presidente.

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