Flávio: 'Lula ignora Estados Unidos para lamber botas da China'
Brasília, Sexta, 24 de julho de 2026
Política

Flávio: ‘Lula ignora Estados Unidos para lamber botas da China’

Senador atribui tarifas dos EUA à política externa do governo Lula

Foto: Reprodução/Redes sociais

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Por Redação

O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta manhã (03) que as novas tarifas anunciadas pelos EUA são culpa de Lula (PT) devido ao “comportamento de agressão” do petista em relação ao país de Donald Trump. A declaração foi feita durante o 1º Fórum Abastece Brasil, realizado na Ceasa de Contagem (MG).

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O senador também disse esperar que o presidente dos Estados Unidos atenda ao seu pedido para não taxar produtos brasileiros.

“Essa taxa, essa tarifa, é do Lula. É por causa do seu comportamento de agressão aos Estados Unidos que as empresas brasileiras podem acabar sendo penalizadas”, disse o pré-candidato. “E, mais uma vez, eu enviei uma carta para o governo americano pedindo que não houvesse mais essa tarifação. Vamos aguardar que ele atenda ao meu anseio”.

Segundo Flávio, a condução das relações diplomáticas com os EUA e a aproximação do governo Lula (PT) com a China contribuíram para o cenário.

“O Lula começa a ignorar a relação comercial para os Estados Unidos, para se rastejar e lamber as botas para a China, quando o presidente da república tem que sentar com os Estados Unidos, tem que sentar com China, tem que sentar com todo mundo pensando no que é melhor para o povo brasileiro”, afirmou.

Na segunda (1º), os EUA encerraram uma investigação que acusa o governo brasileiro de adotar práticas que “oneram ou restringem” o comércio com os norte-americanos. O Escritório de Comércio dos EUA (USTR) propôs tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. A medida pode entrar em vigor em julho e o processo foi aberto com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA de 1974.

Já ontem (02), também sob a Seção 301, os EUA anunciaram nova tarifa de 12,5% sobre produtos do Brasil após investigação do USTR sobre importações ligadas a “trabalho forçado”. O levantamento inclui 60 países, entre eles o Brasil, apontados por falhas na proibição e fiscalização de produtos fabricados com trabalho forçado.

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