O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que solicitou diretamente a Donald Trump e Marco Rubio, o cancelamento de vistos de políticos de mais autoridades. Ele também disse que os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), estão sendo monitorados por Washington.
O parlamentar disse ter encaminhado relatórios pleiteando o cancelamento de vistos de outras autoridades, além dos ministros do STF que já foram sancionados. Ele citou nominalmente o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos, e expressou a expectativa de que outras autoridades também sejam alvo de sanções.
O deputado acredita que Alcolumbre vê com bons olhos a proposta de impeachmeant de Alexandre de Moraes e estaria incomodado com as “intervenções do STF” no Congresso. Segundo Eduardo, o presidente do Senado “reclamou publicamente e quer evitar que tudo que o Congresso decida tenha uma última palavra do STF”.
Eduardo ressaltou que Alcolumbre está “no foco do governo americano e tem a possibilidade de não ser sancionado se não der respaldo a esse regime”, declarou ao programa no YouTube Oeste com Elas.
Ele estendeu a pressão também a Motta, citando a importância de ambos para o avanço de pautas políticas. “Na Câmara dos Deputados tem a novidade da lei da anistia — impeachment de ministro fica a cargo da presidência do Senado, anistia fica a cargo da Câmara”, disse.
“Tenho certeza de que Alcolumbre e Hugo Motta não são pessoas iguais a Alexandre de Moraes. […]. Eles têm que prestar atenção ao que está acontecendo aqui”, afirmou o deputado. Ele concluiu que, se o Brasil não conseguir pautar a anistia e o impeachment de Alexandre de Moraes, “a coisa ficará ruim”.
