Eduardo: "Acho que tenho respaldo para liderar o Bolsonarismo"
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Política

Eduardo: “Acho que tenho respaldo para liderar o Bolsonarismo”

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Por Mariana Albuquerque

Jornalista e pós-graduada em Direito Legislativo.

Deputado afirma que pode suceder Bolsonaro em caso de impedimento

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta segunda-feira (1º) que acredita ter “respaldo popular” para liderar o bolsonarismo em uma eventual ausência de Jair Bolsonaro nas eleições de 2026. A declaração foi dada em entrevista ao jornalista Claudio Dantas, no programa Alive.

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“Pelo respaldo popular que eu tenho, acredito que sim. A minha ideia não é sair candidato a presidente ano que vem. Eu só o farei em caso de necessidade. Porque se o Brasil tiver uma democracia normal, o líder das pesquisas participará da eleição. E vai ser julgado pelos eleitores do Brasil. Acho que isso é o que deveria ocorrer. Mas na impossibilidade de Jair Bolsonaro, eu quero levar adiante essa voz do direito”, disse.

Eduardo ressaltou que o sobrenome Bolsonaro, sua atuação parlamentar e a experiência internacional acumulada o credenciam para assumir a liderança política do campo conservador. Ele também destacou que, caso seja candidato, pretende formar um governo com ministros alinhados às pautas da direita.

Ao citar outros nomes como Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ronaldo Caiado (União Brasil) e Ratinho Júnior (PSD), Eduardo disse não ver prejuízo em uma disputa interna no campo da centro-direita. Para ele, cabe ao eleitor decidir entre os diferentes perfis.

“Eu quero ser a pessoa que levante essa voz, nem mais à direita, porque para mim não é direita e esquerda, é o certo e o errado. O certo não é ideologia de gênero, o certo não é financiar movimento ideológico sexualizado. O certo é usar o dinheiro para a segurança pública, para a educação e para a saúde”, afirmou.

O deputado também fez críticas ao governo de São Paulo e ao secretariado de Tarcísio de Freitas, citando nomes ligados ao PSOL e ao PT em cargos de primeiro escalão. Apesar disso, disse respeitar o governador e considerá-lo um “bom gestor”, mas com perfil político diferente do bolsonarismo de enfrentamento ao establishment.

Eduardo concluiu que não vê risco em eventuais embates eleitorais com Tarcísio e que ambos podem até dividir o mesmo palanque no futuro.

Assista ao trecho completo:

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