Direita portuguesa organiza recepção "Lula, ladrão" em Lisboa
Brasília, Segunda, 08 de junho de 2026
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Direita portuguesa organiza recepção “Lula, ladrão” em Lisboa

Ato convocado pelo Chega reúne manifestantes contra visita do presidente brasileiro

O líder do Chega, deputado André Ventura, participou da mobilização e criticou a recepção oficial concedida ao petista. Foto: Reprodução/ Redes sociais

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Por Redação

A visita do presidente Lula (PT) a Lisboa, nesta terça-feira (21), foi marcada por um protesto organizado por setores da direita portuguesa nas imediações do Palácio de Belém, residência oficial do chefe de Estado de Portugal.

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A manifestação foi convocada pelo partido Chega, que mobilizou apoiadores sob o discurso de combate à corrupção. O ato teve início por volta das 12h30 (horário local), coincidindo com compromissos oficiais do presidente brasileiro na capital portuguesa.

Durante o protesto, manifestantes exibiram cartazes e faixas com críticas diretas a Lula. Entre as mensagens, estavam frases como “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão”, além de imagens que retratavam o presidente em uniforme prisional.

O líder do Chega, deputado André Ventura, participou da mobilização e criticou a recepção oficial concedida ao petista. “Cada vez que Lula da Silva vem cá, o Chega faz o que as pessoas dignas deviam fazer, que é protestar, dizer que nós não queremos corrupção”, afirmou. Em outra declaração, acrescentou: “Na política não pode valer tudo”.

Ventura também questionou a presença de Lula em Portugal ao fazer comparações com outros líderes internacionais. “Nós hoje também não receberíamos em Portugal o presidente da Coreia do Norte ou outros, que são assassinos e que são corruptos”, disse.

Outros integrantes do partido também discursaram durante o ato, direcionando críticas tanto ao governo brasileiro quanto às autoridades portuguesas. O líder parlamentar da sigla, Pedro Pinto, afirmou que o partido defende a presença, em Portugal, apenas de brasileiros que “trabalham” e “vêm por bem”, acrescentando que “outros podem ir embora”.

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