Enquanto o crime avança com fuzis e blindados, os policiais lutam para manter a ordem
Por conta dos confrontos orquestrados pelo crime organizado e combatido pelas forças de segurança inclusive na megaoperação do rio, o delegado assistente da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), Bernardo Leal Anne Dias, teve de passar por um procedimento cirúrgico para amputar uma das pernas.
Os agentes mortos foram identificados como: Cleiton Serafim Gonçalves e Herbert. Eles eram integrantes do Batalhão de Operações Policiais (Bope).
Os policiais civis são Marcus Vinicius Cardoso de Carvalho, de 51 anos, e Rodrigo Velloso Cabral, 34.

O delegado está internado em estado grave, e outros quatro policiais civis estão internados, com quadro de saúde estável.
Fontes informaram que está sendo montada uma rede de apoio para doação de sangue para o policial civil.
Sobre os militares, o secretário de Polícia Militar do Rio de Janeiro (RJ), coronel Marcelo de Menezes, chegou a divulgar que dois estão em estado grave e sete internados, mas também estabilizados e devem ter alta nos próximos dias.
