Carlos Viana confirma convocações na CPMI e cobra transparência
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Política

Carlos Viana confirma convocações na CPMI e cobra transparência

O senador Carlos Viana afirmou que a CPMI seguirá com total transparência e previsibilidade
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

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Por Redação

Senador anuncia quatro nomes para votação na pauta

O senador Carlos Viana afirmou que a CPMI seguirá com total transparência e previsibilidade e confirmou, para a pauta desta quinta feira (4), a votação de novas convocações consideradas estratégicas para o andamento dos trabalhos da comissão.

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Entre os nomes que devem ser analisados pelos parlamentares estão Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master, Leila Pereira, presidente do Palmeiras, o ministro da Advocacia Geral da União, Jorge Messias, e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema.

Ao anunciar as convocações, Viana reforçou o compromisso com a condução rigorosa dos trabalhos e afirmou que a comissão manterá um padrão de seriedade, independentemente de pressões políticas ou interesses externos.

“Esta CPMI seguirá com seriedade, compromisso e transparência absoluta, porque o Brasil espera justiça e as viúvas, os órfãos e os aposentados merecem a verdade inteira, doa a quem doer”, declarou o senador.

A fala ocorre em meio ao aumento da tensão política em torno das investigações conduzidas pela CPMI, que já mobilizam lideranças do Executivo, do Legislativo e do setor privado. A decisão de incluir autoridades e figuras de destaque na pauta desta quinta amplia a expectativa em torno dos próximos passos da comissão.

Senador defende rigor e previsibilidade nos trabalhos

Carlos Viana também destacou que a definição prévia das convocações faz parte de um esforço para garantir organização, transparência e previsibilidade ao trabalho dos parlamentares. Segundo ele, a divulgação clara da pauta é uma forma de fortalecer a credibilidade da CPMI perante a sociedade.

Para o senador, o compromisso da comissão não é com disputas partidárias, mas com a apuração completa dos fatos e a responsabilização, quando necessária, dos envolvidos. Ele afirmou ainda que a CPMI não se deixará intimidar por pressões políticas ou interesses econômicos.

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