Governador de Goiás critica Lula em evento realizado em Brasília nesta quarta-feira (22)
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), disse em evento, em Brasília, nesta quarta-feira (22), que o Brasil está cansado de polarização e listou prioridades de governo quando for presidente. Ele ainda criticou o que chamou de “tititis” e problemas simples enfrentados na política.
“Você lembra o Michel, quando foi eleito? Ele sofreu duas grandes, não tentativas, mas golpes do Estado, está certo? Em Jacareacanga e Aragácios, certo? A grande parte da aeronáutica que se mobilizou para derrubar. Ele teve o gesto, falou, deixa eu trabalhar, está certo? (…) Libera esse povo aí, deixa eu ir trabalhar, eu quero construir Brasília”, alfinetou Caiado.
Segundo Caiado, quando for presidente, a primeira coisa que vai fazer será anistiar e pacificar o Brasil e acabar com essa situação de polarização política. “Nessa mesma data, eu vou fazer também o encaminhamento do projeto para classificar como terrorismo a parte de faixões no meu país. Está certo? Seria a segurança da população do meu país. Em terceiro lugar, eu vou chamar todos os poderes constituídos da República e vou passar uma radiografia para eles dos nossos desafios e da situação que nós temos”, afirmou o governador.
Em relação à pacificação entre os poderes, Caiado foi categórico ao afirmar que: “E que em cada um dos poderes não pode ter essa briga que está se tendo hoje em dia, não. Nós somos harmônicos, mas somos independentes. E cada um tem que cumprir a sua finalidade”, defendeu.
Alfinetando o atual governo, ressaltou que vai trabalhar em prol do Brasil e não em interesses pessoais. “Eu serei presidente no interesse da presidência. Hoje você não sabe se é presidência mesmo, se é semi, se é parlamentarismo, se é anarquia, se é nada. É uma desordem institucional, civil no país”, disse o governador.
Outra crítica do governador goiano foi ao fato de que, segundo ele, o Brasil não tem presidente. Então, foi enfático em concluir seu plano de governo, caso seja eleito: “Em terceiro lugar, é assumir a presidência. E agora (o Brasil) tem presidente da República. E agora tem quem dá as ordens e que decide como presidente do país”, finalizou.
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