Aprovação de Lula não melhora mesmo com vitórias políticas
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Política

Aprovação de Lula não melhora mesmo com vitórias políticas

Lula
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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Por Redação

Pesquisa PoderData mostra que aprovação de Lula continua estagnada e desaprovação cresce

O governo Lula 3, mesmo após uma série de vitórias políticas nos últimos meses, não conseguiu reverter a avaliação negativa de sua gestão nem melhorar a imagem do presidente junto aos brasileiros, aponta a pesquisa PoderData realizada entre 13 e 15 de dezembro.

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De acordo com o levantamento publicado nesta manhã (17), a aprovação do Planalto está em 42%, registrando queda de dois pontos nos últimos 2 meses. No mesmo período, a desaprovação subiu de 51% para 52%, ampliando a distância entre aprovação e desaprovação de 7 para 10 pontos percentuais.

Aprovação - Lula
Foto: Montagem/Poder360

A avaliação pessoal do petista mostra números ainda piores: 35% de aprovação e 56% de desaprovação, também com oscilações dentro da margem de erro de 2 pontos, todas desfavoráveis a Lula.

Aprovação - Lula
Foto: Montagem/Poder360

O governo Lula acumulou nos últimos meses conquistas que normalmente impulsionariam popularidade, como a redução do tarifaço dos EUA, a retirada da Magnitsky contra Alexandre de Moraes, o anúncio de aumento do salário-mínimo para 2026 e a aprovação da isenção do IR para quem recebe até R$ 5.000 pelo Congresso.

O governo também promoveu uma intensa campanha publicitária em TVs, rádios e jornais, buscando ampliar a visibilidade dos feitos do petista.

Mesmo assim, a pesquisa do PoderData indica que tais medidas não surtiram efeito sobre a percepção pública. As taxas de aprovação e desaprovação permaneceram praticamente estáveis, dentro da margem de erro, mostrando que nem vitórias políticas nem propaganda conseguiram melhorar a avaliação de Lula e da sua gestão.

METODOLOGIA:

A pesquisa PoderData foi realizada entre 13 e 15 de dezembro de 2025, com 2.500 pessoas com 16 anos ou mais em 133 municípios das 27 unidades da Federação. As entrevistas foram feitas por telefone (fixo e celular) via URA. Houve ponderação para sexo, idade, escolaridade, região e renda.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. Resultados foram arredondados, podendo somar diferente de 100%.

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