Lula foi avisado em fevereiro de que a política tarifária de Donald Trump seria o principal fator externo a impactar a economia brasileira em 2025. Lula, Fernando Haddad, Geraldo Alckmin e toda a torcida do Flamengo.
O alerta foi dado por uma pesquisa realizada pela Câmara Americana de Comércio (Amcham) junto a executivos de 775 empresas de médio e grande porte, com receita anual total de R$ 832 bilhões.
Dos entrevistados, 60% expuseram essa visão; outros 58% adicionaram as disputas geopolíticas e os conflitos regionais como elementos de influência. Cerca de 48% alertaram para o protecionismo, o preço das commodities e o desempenho da economia global.
Diante do cenário, a maioria absoluta dos empresários recomendou ao governo Lula buscar aproximação com os EUA e abrir diálogo. “O ano de 2025 será desafiador”, avisou Marcelo Marangon, presidente do CA da Amcham e do Citi Brasil.
OMISSÃO VOLUNTÁRIA?
Hoje, está claro que Lula nada fez e nem mandou fazer. Ninguém no Departamento de Estado conhece a embaixadora brasileira em Washington e, na Casa Branca, o único interlocutor brasileiro válido chama-se Eduardo Bolsonaro, o filho 03 do ex-presidente.
A omissão deliberada do atual presidente da República se enquadra perfeitamente em crime de responsabilidade, sujeito a impeachment, pois atenta contra a segurança nacional. Sim, senhor!
Uma guerra tarifária, como a que se avizinha, pode colocar em risco cadeias de suprimentos inteiras, travando a economia, encerrando em massa postos de trabalho e aprofundando a insegurança alimentar.
A omissão deliberada de Lula também pode ser enquadrada como ato de improbidade, ensejando crime de responsabilidade sujeito a impeachment. Afinal, Lula tem o dever de conduzir a política externa de forma a evitar enfiar o Brasil numa guerra.
Fora que a omissão deliberada de Lula se dá num contexto de alinhamento com o eixo autocrático liderado por China e Rússia. O petista fechou com Xi Jinping e Vladimir Putin acordos estratégicos cujas cláusulas são desconhecidas pelo Congresso Nacional.
Por que Lula quer tanto eliminar o dólar das transações comerciais? Por que apoia publicamente um regime islâmico terrorista, como o Irã? Por que financia indiretamente a guerra da Rússia contra a Ucrânia?
A Lei do Impeachment também enquadra como crime de responsabilidade a provocação de ato de hostilidade contra nação estrangeira, expondo a República ao perigo de guerra ou comprometendo-lhe a neutralidade.
PÁTRIA LESADA
Não preciso lembrar aqui que Lula, em seu governo anterior, protagonizou um dos maiores escândalos de corrupção da história ao usar o BNDES, com dinheiro do Fundo de Amparo ao Trabalhador, para financiar obras no exterior.
Ou seja, dinheiro do trabalhador brasileiro foi usado para bancar o desenvolvimento da infraestrutura de nações estrangeiras. Enquanto aqui as empreiteiras do petrolão construíam estádios de futebol, lá fora elas ergueram pontes, portos, aeroportos, metrôs.
O TCU investigou e descobriu que essas obras tinham sobrepreço (uma espécie de superfaturamento) de até 50%. A Lava Jato também mostrou que muitas dessas obras não saíram do papel e outras foram usadas para financiar eleições de aliados de Lula no Foro de São Paulo.
Aliados como Ollanta Humala, condenado no Peru e cuja mulher, também condenada, ganhou asilo no Brasil após uma operação de resgate realizada pela Aeronáutica a mando de Lula e Celso Amorim.
Afinal, quem é o lesa-pátria?
