Erika Hilton pediu a suspensão do comércio entre Brasil e Israel, por causa da interceptação e deportação da ativista Greta Thunberg, que resolveu romper o bloqueio marítimo na região para fazer uma entrega simbólica de ajuda humanitária em Gaza. O grupo incluía um brasileiro que ganhou seus 15 minutos de fama ao “resistir” à abordagem.
Puro espetáculo midiático. Como bem classificou o governo israelense, existem formas efetivas de entrega de ajuda humanitária e elas não incluem um “iate para selfies”. Erika quer ser a Greta brasileira, representante histriônica de uma esquerda woke globalista que atua pela lógica midiática, em plena dissonância cognitiva.
O que esperar de uma esquerda que agora se coloca ao lado do regime fundamentalista islâmico de Ali Khamenei? Gays como Erika seriam mortos pelo “líder supremo”, com requintes de crueldade que incluem apedrejamento público, lançamento de cima de prédios altos e até exposição pública em guindastes dependurados pelo pescoço.
O regime dos aiatolás, que se instalou em 1979, adota a sharia como lei e trata mulheres como seres de segunda classe, sem direitos à educação e ao mercado de trabalho, submetidas ao uso da burca e sem qualquer “lugar de fala”. Lá, seu lugar é o silêncio.
Antes, da revolução islâmica, o Irã era uma sociedade aberta de viés liberal, assim com é Israel, onde a comunidade LGBT+ tem liberdade total para se manifestar e se ver representada; onde mulheres tem os mesmo direitos e deveres dos homens, e, como eles, também servem ao Exército e pegam em armas para defender seu país.
Como deputada federal, Erika não tem o direito de não conhecer a história ou de sonegar informações reais à sua militância. Ao desinformar, ela alimenta o discurso de ódio contra Israel, o mesmo discurso de Khamenei, que prega a eliminação do Estado judeu, onde, aliás, vivem em harmonia árabes e palestinos não radicalizados.
