O governo estadual e a Prefeitura de São Paulo intensificaram ações contra a Cracolândia, fechando bares, hotéis e pensões ligados ao tráfico. O governador Tarcísio de Freitas declarou nas redes sociais: “Fazemos o que ninguém teve coragem.” O prefeito Ricardo Nunes celebrou: “Não resolvemos tudo, mas avançamos muito. É uma vitória da sociedade.”
O vice-prefeito, Coronel Mello Araújo, criticou a imprensa: “Estão inconformados porque não há mais dependentes nas ruas.” Reações vieram rápido. Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo, destacou suposta violência policial contra usuários. A Carta Capital, financiada por verbas federais, lamentou que “a Cracolândia não sumiu, foi pulverizada”, como se manter dependentes concentrados fosse solução. O The Intercept criticou o fim da Favela do Moinho, vizinha à região.
O psicólogo Alisson da Silva Souza aponta: “Muitos que viviam na Cracolândia são doentes mentais pobres, vítimas da reforma psiquiátrica defendida pela própria esquerda.”
Charles Resolve, presidente da Associação Geral do Centro, reforça: “Acabaram as ONGs que lucram com a miséria, distribuindo cachimbos e marmitas superfaturadas sob o pretexto de redução de danos. Tráfico e uso de drogas em via pública são crimes, e as autoridades apenas cumpriram a lei.” Ele espera fiscalização contínua.
A Cracolândia gerava furtos, assaltos, fechamento de comércios e desvalorização imobiliária de até 30%, conforme a Agência Brasil, que cita o “fator favela” em desapropriações. Ações integradas já reduziram o fluxo de 2 mil para menos de 100 pessoas em dois anos, com prisões de traficantes e fechamento de pontos de lavagem de dinheiro.
O vice-governador Felicio Ramuth destacou ao UOL: “Monitoramos espaços e oferecemos serviços. Cerca de 1,2 mil dependentes estão em clínicas de desintoxicação voluntária.” O Estado reforçou a segurança com 400 policiais, mas o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, alerta: “Sou contra pulverização. Precisamos de ações integradas de segurança e assistência.”
A população celebra a ordem, enquanto setores da mídia insistem em romantizar o caos que nunca enfrentaram.
