A Havan encerrou 2025 com faturamento de R$ 18,5 bilhões, alta de 16,1% em relação ao ano anterior. O lucro líquido atingiu R$ 3,5 bilhões, o maior da história da companhia.
A empresa ampliou sua presença física com a inauguração de sete megalojas. Terminou o ano com 184 unidades em operação, além do e-commerce. A área total de vendas chegou a 923,3 mil metros quadrados.
O crescimento ocorreu em meio a juros elevados e consumo mais seletivo. A rede registrou fluxo recorde de clientes ao longo do ano.
A margem líquida ficou em 25,1% em 2025 e alcançou 30,2% no quarto trimestre. A margem bruta recuou de 40,9% para 38,9%, refletindo pressão de custos e promoções. Ainda assim, a rentabilidade final avançou.
O EBITDA somou R$ 3,1 bilhões, com margem de 23%. O EBIT foi de R$ 2,8 bilhões, com margem de 20,9%. A geração de caixa operacional atingiu R$ 2,5 bilhões.
A companhia encerrou o ano com dívida bruta de R$ 678 milhões e R$ 4,9 bilhões em caixa e aplicações financeiras. O resultado foi um caixa líquido de R$ 4,3 bilhões. O balanço também registra a liquidação de duas emissões de debêntures no período.
Os investimentos em imobilizado somaram R$ 470 milhões. A empresa distribuiu R$ 2,2 bilhões em dividendos ao longo do ano.
O crescimento foi atribuído à expansão física e ao ganho de escala. A abertura de novas lojas adicionou mais de 41 mil metros quadrados de área de vendas.
“2025 foi um ano com muitos obstáculos, mas conseguimos com muito trabalho e resiliência superar os desafios. Na Havan, sempre acreditamos que lucro e alegria caminham juntos”, afirmou o fundador Luciano Hang.
Segundo ele, o resultado reflete o desempenho da equipe e a confiança dos consumidores. “Batemos recordes de faturamento, de fluxo de clientes e tivemos o maior lucro da nossa história”, declarou.
Para 2026, quando a empresa completa 40 anos, a meta é alcançar 200 megalojas, estar presente em todos os estados e atingir faturamento de R$ 22 bilhões.
