Órgão criado pelo presidente dos EUA mira reconstrução de Gaza e atuação futura em conflitos globais
O presidente dos EUA, Donald Trump, lançou oficialmente nesta manhã (22) o “Conselho da Paz”, estrutura criada pelo governo norte-americano com o objetivo de atuar na manutenção da paz e na reconstrução da Faixa de Gaza.
A iniciativa, porém, não se limitará ao conflito no Oriente Médio. Segundo Trump, o conselho poderá atuar futuramente em outras crises internacionais e, inclusive, substituir a ONU. Na terça (20), o republicano afirmou, em conversa com jornalistas, que a entidade internacional é ineficaz na resolução de conflitos.
Trump ocupará o cargo de presidente do Conselho da Paz por tempo indefinido, podendo permanecer à frente do órgão mesmo após o fim de seu 2º mandato. A substituição dele só ocorrerá, de acordo com as informações divulgadas até o momento, em caso de “renúncia voluntária ou incapacidade”, mediante voto unânime do Conselho Executivo.
O governo dos EUA já nomeou os primeiros integrantes do Conselho Executivo fundador. Entre eles estão o secretário de Estado, Marco Rubio; o enviado especial de Trump, Steve Witkoff; o ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Tony Blair; e o genro do presidente, Jared Kushner.
Até o momento, 50 países e a União Europeia confirmaram que receberam convite para participar da iniciativa. O Brasil está entre os países convidados, mas Lula (PT) ainda não se pronunciou.
Segundo informações da CNN, da CNN Brasil e da Reuters, entre os países que já aceitaram participar da iniciativa, até o momento, estão:
- Arábia Saudita
- Argentina
- Armênia
- Azerbaijão
- Bahrein
- Belarus
- Catar
- Cazaquistão
- Egito
- Emirados Árabes Unidos
- Hungria
- Indonésia
- Israel
- Jordânia
- Kosovo
- Kuwait
- Marrocos
- Paraguai
- Paquistão
- Turquia
- Uzbequistão
- Vietnã
