Díaz‑Canel defendeu que relação entre EUA e Cuba sejam baseadas “no direito internacional”
O ditador comunista de Cuba, Miguel Díaz-Canel, disse nesta manhã (12) que “não há negociações” em andamento com os EUA. De acordo com o autocrata, existem apenas “contatos técnicos no âmbito migratório” entre os países.
A declaração de Díaz-Canel foi feita no X. Em outro post na rede social, o ditador disse que Cuba sempre esteve disposta a manter um “diálogo sério e responsável” com os diversos governos dos EUA: “Sem interferência em assuntos internos e com pleno respeito à nossa independência”.
“Como a história demonstra, para que as relações entre os EUA e Cuba progridam, elas devem ser baseadas no direito internacional, e não em hostilidade, ameaças e coerção econômica”, finalizou comunista.
Ontem (11), em conversa com jornalista, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que seu país estava “conversando com Cuba”. O republicano não especificou o que havia sido discutido nas supostas conversas, mas disse que “vocês descobrirão muito em breve”.
Nos últimos dias, após a captura do agora ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro, Trump disse que Cuba não terá mais petróleo e dinheiro da Venezuela e que deveria fazer um acordo com os EUA “antes que seja tarde demais”.
