Corina celebra captura de Maduro pelos EUA
Brasília, Quinta, 04 de junho de 2026
Mundo

Corina celebra captura de Maduro pelos EUA

Em mensagem publicada nas redes sociais, Machado agradeceu a “firmeza e determinação” do governo norte-americano. Foto: José Cruz/Agência Brasil

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Por Karoline Cavalcante

Jornalista e pós-graduanda em Marketing Político e Campanhas Eleitorais

A oposicionista agradece a ação dos EUA e diz que a liberdade da Venezuela está próxima

A líder da oposição venezuelana María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 2025, voltou a elogiar nesta segunda-feira (5) a ação dos Estados Unidos que resultou na captura do ex-ditador da Venezuela Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

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Em mensagem publicada nas redes sociais, Machado agradeceu a “firmeza e determinação” do governo norte-americano e afirmou que a Venezuela poderá se tornar “o principal aliado” dos EUA em segurança, energia, democracia e direitos humanos.

A captura de Maduro e da mulher ocorreu na madrugada de sábado (3). Hoje, eles foram levados em audiência perante um juiz federal de Nova York e se declararam inocentes das acusações de envolvimento com o narcotráfico.

Para Machado, a prisão do casal representa “um enorme passo que marca a inevitabilidade e a iminência da transição” no país sul-americano.

A dirigente oposicionista também destacou a mobilização de cidadãos venezuelanos ao redor do mundo, que saíram às ruas em 30 países e 130 cidades para celebrar o afastamento de Maduro do poder.

“A liberdade da Venezuela está próxima e, em breve, celebraremos na nossa terra. Gritaremos, rezaremos e nos abraçaremos como famílias, porque nossos filhos vão regressar a casa”, escreveu.

O chefe da Casa Branca, Donald Trump, chegou a dizer que ela não teria “apoio ou respeito suficiente dentro do país”, como presidente interina da Venezuela, enquanto Marco Rubio disse à CBS ontem que os EUA precisam garantir a transição neste primeiro momento.

Quem assumiu automaticamente foi a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, que propôs hoje a criação de uma “agenda de cooperação”.

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