Defesa de Bacellar afirma que prisão é “desproporcional”
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Brasil

Defesa de Bacellar afirma que prisão é “desproporcional” e pede revogação

O presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União Brasil) — Foto: Divulgação
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Por Redação

Advogados dizem não ter acesso aos autos e contestam suspeitas de vazamento na Operação Zargun

A defesa do presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União), classificou como “desproporcional” a prisão preventiva decretada pela Polícia Federal na quarta-feira (3). Ele é investigado por suposto vazamento de informações sigilosas relacionadas à Operação Zargun. Os advogados afirmam que ainda não tiveram acesso aos autos.

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“A defesa do deputado Rodrigo Bacellar permanece sem acesso ao teor da investigação, passados dois dias de uma prisão preventiva desproporcional”, diz a nota enviada à imprensa.

A prisão foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. A PF apreendeu R$ 90.840 em espécie no veículo oficial usado pelo deputado e recolheu três celulares que serão periciados. Segundo a defesa, os valores apreendidos “estão integral e devidamente” declarados à Receita Federal.

A Operação Zargun apura o vazamento de informações que teriam favorecido o deputado estadual Thiago Raimundo dos Santos Silva (MDB), o TH Joias, preso em setembro. Segundo a PF, Bacellar teria repassado dados reservados e orientado a retirada de objetos da residência do parlamentar para ocultar provas.

Em nota, a defesa negou qualquer tentativa de obstrução ou vazamento de informações a investigados e afirmou que o deputado não praticou atos que justificassem a prisão preventiva.

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