Diretor da Polícia Federal será o primeiro a depor na CPI do Crime Organizado
Brasília, Quinta, 04 de junho de 2026
Brasil

Diretor da Polícia Federal será o primeiro a depor na CPI do Crime Organizado

A CPI do Crime Organizado no Senado Federal entra em uma nova etapa na próxima semana, com foco em ouvir as principais autoridades do país envolvidas no combate às facções criminosas.
A CPI do Crime Organizado no Senado Federal entra em uma nova etapa na próxima semana, com foco em ouvir as principais autoridades do país envolvidas no combate às facções criminosas. Foto: Reprodução

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Por Redação

Andrei Rodrigues abre a fase de oitivas no dia 18; ouvirá nomes ligados ao sistema penal e ao MP

A CPI do Crime Organizado no Senado Federal entra em uma nova etapa na próxima semana, com foco em ouvir as principais autoridades do país envolvidas no combate às facções criminosas.

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A segunda e a terceira reuniões da comissão estão marcadas para os dias 18 e 19 de novembro, e marcam o início das oitivas, momento em que os parlamentares começam a colher informações diretamente de especialistas e agentes públicos.

O destaque da primeira sessão, no dia 18, será o depoimento de Andrei Augusto Passos Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, que abre os trabalhos como a principal autoridade convidada da semana.

Ao lado dele, também prestará esclarecimentos o diretor de Inteligência Policial da PF, Leandro Almada da Costa.

Ambos devem detalhar as estratégias da corporação no enfrentamento às facções criminosas e os desafios operacionais diante da expansão do crime organizado em vários estados.

A presença de Andrei na CPI é vista como um momento crucial para os senadores entenderem o papel da PF nas ações integradas com as forças estaduais e no controle das fronteiras, uma das frentes mais sensíveis no combate às redes de tráfico e lavagem de dinheiro.

O depoimento também deve abordar a cooperação entre órgãos federais, como o Ministério da Justiça, e a troca de informações de inteligência que alimentam as investigações de grande escala.

Antônio Glautter de Azevedo Morais, diretor de Inteligência Penal da Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN)
Antônio Glautter de Azevedo Morais, diretor de Inteligência Penal da Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN). Foto: Governo da Paraíba

No dia seguinte, 19 de novembro, a comissão ouvirá Antônio Glautter de Azevedo Morais, diretor de Inteligência Penal da Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), e o promotor de Justiça Lincoln Gakiya, conhecido por sua atuação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) e outras facções.

A ideia é complementar a visão da Polícia Federal com o olhar do sistema prisional e do Ministério Público.

 

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