Líder do Comando Vermelho está preso desde 1996 e usou redes sociais para condenar operação policial
As ações, voltadas a prender líderes do Comando Vermelho, deixaram 132 mortos, segundo o Ministério Público do Rio (MPRJ), incluindo quatro policiais.
Em uma das publicações, Marcinho VP afirmou:
“Hoje, o Rio virou cenário de luto e indignação. A FAVELA PEDE PAZ!”

“Hoje, o Rio virou cenário de luto e indignação. A FAVELA PEDE PAZ!”. Foto: Redes Sociais
Em outra postagem, ele classificou a operação como uma “chacina”, compartilhando imagens de corpos de pessoas mortas.
O conteúdo foi republicado pelo perfil @perifaconnection no Instagram, em parceria com a ONG Instituto Papo Reto e Raull Santiago, com a mensagem:
“Quantas vidas mais precisam ser perdidas pra que o Estado entenda que segurança pública não se constrói com sangue preto e favelado?”
Histórico e contexto
Seus advogados afirmam que ele não ocupa mais liderança no Comando Vermelho, apesar de ainda exercer influência simbólica dentro da facção.
A megaoperação visava desarticular o tráfico nas regiões do Alemão e da Penha, áreas tradicionalmente controladas pelo Comando Vermelho. De acordo com o MPRJ, a ação foi a mais letal da história do Rio de Janeiro.
