Marcinho VP chama megaoperação no Rio de “chacina” nas redes sociais
Brasília, Quarta, 17 de junho de 2026
Brasil

Marcinho VP chama megaoperação no Rio de “chacina” nas redes sociais

O traficante Márcio dos Santos Nepomuceno, conhecido como Marcinho VP, usou sua página no Instagram para criticar a megaoperação realizada na terça-feira (28/10) nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro.
O traficante Márcio dos Santos Nepomuceno, conhecido como Marcinho VP, usou sua página no Instagram para criticar a megaoperação realizada na terça-feira (28/10) nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro. Foto: Redes Sociais

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Por Redação

Líder do Comando Vermelho está preso desde 1996 e usou redes sociais para condenar operação policial

As ações, voltadas a prender líderes do Comando Vermelho, deixaram 132 mortos, segundo o Ministério Público do Rio (MPRJ), incluindo quatro policiais.

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Em uma das publicações, Marcinho VP afirmou:

“Hoje, o Rio virou cenário de luto e indignação. A FAVELA PEDE PAZ!

Em uma das publicações, Marcinho VP afirmou:“Hoje, o Rio virou cenário de luto e indignação. A FAVELA PEDE PAZ!”
Em uma das publicações, Marcinho VP afirmou:
“Hoje, o Rio virou cenário de luto e indignação. A FAVELA PEDE PAZ!”. Foto: Redes Sociais

Em outra postagem, ele classificou a operação como uma “chacina”, compartilhando imagens de corpos de pessoas mortas.

O conteúdo foi republicado pelo perfil @perifaconnection no Instagram, em parceria com a ONG Instituto Papo Reto e Raull Santiago, com a mensagem:

“Quantas vidas mais precisam ser perdidas pra que o Estado entenda que segurança pública não se constrói com sangue preto e favelado?”

Histórico e contexto

Marcinho VP está preso desde 1996, condenado por matar e esquartejar traficantes rivais, e é pai do trapper Oruam.

Seus advogados afirmam que ele não ocupa mais liderança no Comando Vermelho, apesar de ainda exercer influência simbólica dentro da facção.

A megaoperação visava desarticular o tráfico nas regiões do Alemão e da Penha, áreas tradicionalmente controladas pelo Comando Vermelho. De acordo com o MPRJ, a ação foi a mais letal da história do Rio de Janeiro.

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