Reforma administrativa libera 'home office' para servidor público - Claudio Dantas
Brasília, Sábado, 04 de julho de 2026
Política

Reforma administrativa libera ‘home office’ para servidor público

Câmara dos Deputados gasta quase R$ 5 milhões com consultoria da FGV para melhorar imagem nas redes sociais. Contrato prevê uso de IA, TikTok e YouTube.
Foto: Câmera dos Deputados

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Por Redação

A reforma administrativa proposta pelo deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) libera o home office, com restrições, para servidores públicos. Até 20% dos funcionários de cada órgão poderão trabalhar remotamente um dia por semana nas esferas federal, estadual, distrital e municipal.

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Na prática, repartições funcionarão com 80% do efetivo presencial. Gestantes, lactantes e responsáveis por crianças de até 5 anos poderão atuar integralmente em home office.

O texto integra um pacote de modernização da administração pública composto por uma PEC, um Projeto de Lei (PL) e um Projeto de Lei Complementar (PLP):

A PEC cria avaliações de desempenho, limita supersalários acima de R$ 46,4 mil e revisa benefícios como férias de 60 dias para magistrados. Também vincula o orçamento a metas e institui a Estratégia Nacional de Governo Digital.

O PL regulamenta o home office, reformula o estágio probatório, limita cargos comissionados a 5% (10% em pequenos municípios) e estabelece progressão por mérito, capacitação obrigatória e regras contra assédio.

e, o PLP, define metas e indicadores de desempenho institucional, prevê bônus por produtividade e cria o Conselho de Gestão Fiscal (CGF), responsável por normas e transparência fiscal.

O novo modelo acaba criando uma “escala 4×3”: quatro dias presenciais e um remoto. No entanto, servidores comissionados terão trabalho presencial obrigatório; Já para concursados, o teletrabalho dependerá de acordo com o órgão.

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