'Morreu como um homem coerente', diz Júlia Lucy sobre Kirk
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Mundo

‘Morreu como um homem coerente’, analisa Júlia Lucy sobre assassinato de Charlie Kirk

Júlia Lucy, comentarista do Alive, comenta sobre morte de Charlie Kirk
Júlia Lucy, comentarista do Alive, comenta sobre morte de Charlie Kirk

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Por Isac Mascarenhas

O assassinato de Charlie Kirk, cofundador da organização conservadora Turning Point USA (TPUSA), durante uma palestra na Universidade do Vale de Utah, nos Estados Unidos, na última quarta-feira (10), reacendeu o debate sobre o porte de armas e a violência no país. Kirk, um conhecido ativista da direita, foi atingido no pescoço por disparos enquanto respondia a perguntas sobre violência armada.

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Para a comentarista e cientista política Júlia Lucy, do programa Alive, do canal Claudio Dantas, a morte de Kirk por um tiro, apesar de trágica, é vista como um ato de “coerência” com os ideais que ele defendia.

“A discussão sobre a facilidade de acesso a armas nos Estados Unidos e a responsabilização, é importante ressaltar que a arma é apenas o instrumento. O ato de tirar uma vida é da pessoa que a empunha”, afirmou Lucy, parafraseando o argumento do americano sobre o uso de armas.

A cientista política lembrou que Kirk defendia a autodefesa diante de ameaças, argumentando que a presença de forças policiais ou barreiras de segurança muitas vezes não é suficiente para proteger um indivíduo.

Ao defender a Segunda Emenda da Constituição Americana, que garante o direito ao porte de armas, ele chegou a afirmar que, se necessário, algumas mortes seriam o preço a ser pago. “Ontem, ele deu sua vida por essa causa. Enquanto alguns ironizam, eu vejo um exemplo de coerência. Ele morreu como um homem coerente, vivendo os valores que defendia”, ressaltou Júlia Lucy.

Ela destacou que Kirk valorizava a família, a preservação da cultura americana diante da imigração, o respeito às instituições e a fé em Deus. Para Lucy, mesmo que a morte tenha sido trágica, sua partida “certamente auxiliará na propagação de sua mensagem”.

Charlie Kirk tinha 31 anos, deixa esposa e dois filhos. O atirador está sob custódia do FBI, mas sua identidade não foi divulgada.

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