O pastor Silas Malafaia defendeu, em entrevista ao programa Alive, a proposta de uma anistia geral que inclua não apenas os condenados pelos atos de 8 de janeiro, mas também o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Questionado sobre a ideia que tem circulado na Esplanada dos Ministérios, vista como uma forma de “deixar o jogo 0 a 0”, o pastor manifestou seu apoio.
Malafaia, que está sendo investigado no STF e teve seu passaporte apreendido por determinação de Moraes, comparou a situação com a anistia concedida após o fim do Regime Militar no Brasil. Segundo ele, a anistia daquele período “concedida à esquerda também se estendeu aos militares, que cometeram atos de tortura e outras ações prejudiciais”.
O pastor afirmou que a anistia deve ser “aplicada a todos os envolvidos, independentemente de suas ações”. Embora tenha ressalvas pessoais, ele considera que a “anistia ampla é fundamental para a reconciliação nacional e a paz”, e concluiu: “Sou favorável à anistia geral.”
Malafaia reafirmou a sua posição, resumindo a questão central: “a anistia deve ser concedida a todos, incluindo aqueles que cometeram atos de violência, independentemente de suas posições políticas. Essa é minha posição”.
O pastor tem acusado Moraes de cometer crimes de abuso de autoridade e de impedir o devido processo legal, crimes que seriam perdoados.
