Trump cogita tratado de livre comércio com a Argentina e elogia Milei - Claudio Dantas
Brasília, Quinta, 04 de junho de 2026
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Trump cogita tratado de livre comércio com a Argentina e elogia Milei

Donald Trump acusa o Departamento de Justiça dos EUA de perseguição política e pede US$ 230 milhões por investigações abusivas e violação de privacidade em Mar-a-Lago.
Donald Trump acusa o Departamento de Justiça dos EUA de perseguição política e pede US$ 230 milhões por investigações abusivas e violação de privacidade em Mar-a-Lago. Foto: Reprodução

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Por Redação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (3) que considera um tratado de livre comércio com a Argentina. Durante discurso na Casa Branca, o republicano elogiou o presidente argentino, Javier Milei, chamando-o de “grande líder” e afirmando que ele “está fazendo um grande trabalho”.

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Trump também confirmou que tarifas de 25% sobre importações do México e do Canadá começam a valer nesta terça-feira (4). “Não há espaço para o México ou o Canadá”, declarou, ao ser questionado se os países poderiam evitar as tarifas caso chegassem a um acordo para conter o tráfico de fentanil para os Estados Unidos.

O presidente justificou a medida afirmando que está usando tarifas para “punir” nações que, segundo ele, se beneficiam da economia americana sem dar algo em troca. O secretário de Comércio, Howard Lutnick, destacou que empresas globais podem escapar das tarifas se investirem na produção dentro dos EUA, citando o caso da fabricante taiwanesa de chips TSMC, que anunciou um investimento de US$ 100 bilhões no país.

Trump também anunciou que pretende impor uma tarifa de 10% sobre a energia canadense e confirmou um acréscimo de 10% em tarifas para produtos chineses. A ação, que cobre mais de US$ 900 bilhões em importações anuais dos vizinhos ao sul e ao norte, é vista por CEOs e economistas como um risco para a economia norte-americana altamente integrada.

As tarifas entram em vigor às 12h01 (2h01 no horário de Brasília) desta terça-feira. Lutnick sugeriu que Trump pode ajustar os valores, afirmando que o presidente definirá os níveis exatos.

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