Putin aceitará força de paz europeia na Ucrânia, afirma Trump - Claudio Dantas
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
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Putin aceitará força de paz europeia na Ucrânia, afirma Trump

Putin aceitará força de paz europeia na Ucrânia, afirma Trump
Foto: Reprodução/X @realDonaldTrump

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Por Gianlucca Gattai

Jornalista político e assuntos internacionais.

Na tarde desta segunda-feira (24), o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou que a guerra na Ucrânia está perto de seu fim, destacando que o autocrata russo, Vladimir Putin, teria aceitado a proposta de envio de forças de paz da Europa ao território ucraniano como parte de um acordo de cessar-fogo.

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A declaração foi feita por Trump durante uma coletiva conjunta com o presidente da França, Emmanuel Macron, após um encontro na Casa Branca, onde ambos se comprometeram a trabalhar juntos para encerrar o conflito.

Os presidente iniciaram discussões sobre a guerra na Ucrânia durante conversas no Salão Oval, após participarem de uma videoconferência com outros líderes do G7. A data também marca o 3º aniversário do início do conflito russo-ucraniano.

“Sim, ele aceitará isso”, afirmou Trump ao ser questionado se Putin concordaria com a presença de uma força de paz europeia. “Eu perguntei isso especificamente a ele. Ele não tem problema com isso”, completou o americano.

Macron, primeiro líder europeu a visitar Trump após sua reeleição, afirmou na coletiva que a Europa tem um papel fundamental nas garantias de segurança, destacando a necessidade de negociar um cessar-fogo seguido de um acordo de paz. Ele declarou também que a Europa está disposta a enviar tropas para manter a paz, mas sem envolvimento direto na guerra, e reiterou que não aceitará um acordo que signifique a “rendição” da Ucrânia.

Trump disse ainda que a Europa deve assumir a responsabilidade pela segurança a longo prazo da Ucrânia, destacando que os Estados Unidos não devem arcar sozinhos com os custos. Ele também se disse satisfeito com a concordância de Macron sobre a responsabilidade europeia.

Macron, por sua vez, enfatizou que um acordo desfavorável significaria a capitulação da Ucrânia e demonstraria fraqueza para os adversários dos EUA, como China e Irã.

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