Marcio Coimbra: Fim do Woke nas FFAA é reação da sociedade
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
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Marcio Coimbra: Fim do Woke nas Forças Armadas é reação da sociedade

Na "ALive", Márcio Coimbra e Cláudio Dantas defendem meritocracia e criticam “ditadura da diversidade”.
Na "ALive", Márcio Coimbra e Cláudio Dantas defendem meritocracia e criticam “ditadura da diversidade”.

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Por Marília Rodrigues

Comentarista vê com bons olhos a mudança nas Forças Armadas americanas

O governo dos Estados Unidos anunciou ontem uma guinada contra políticas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) nas Forças Armadas. Em encontro emergencial, o secretário de Guerra Pete Hegseth afirmou que “acabou” a era do “politicamente correto” no Exército e estabeleceu novas diretrizes centradas em padrões físicos únicos e promoções pautadas por desempenho.

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No Programa ALive, no YouTube, o analista Márcio Coimbra afirmou que a decisão corrige rumos e recoloca a meritocracia no centro da administração.

“Isso faz parte de uma reorientação dos Estados Unidos, colocando o país para se preocupar com o que realmente importa. Essa agenda woke vem destruindo (…) a meritocracia, o treinamento, a qualidade”, disse Márcio Coimbra, para quem o movimento é “reação da própria sociedade” que “elegeu Donald Trump” para barrar políticas identitárias.

Para Coimbra, frente a ameaças externas, “a Rússia entende uma reação direta, de força. E é assim que deve acontecer. Tenho certeza que os EUA começaram a agir dessa forma e que a Europa precisa reagir também”.

Cláudio Dantas afirmou que a “política anti-woke não deve ficar restrita às Forças Armadas; deve ser implementada em toda a administração pública”. E resumiu: “É a meritocracia! (…) No campo de batalha, você precisa estar amparado pelos melhores combatentes. Não é nada contra a diversidade, mas ela não pode virar doutrina imposta, a ‘ditadura da diversidade’.”

Na reunião, Hegseth afirmou que padrões físicos passarão a ser unificados em patamar “alto” para funções de combate, com tolerância zero a exceções por recorte identitário, e pregou o fim de iniciativas de “mês da identidade”, metas de representatividade e protocolos internos que, segundo ele, “inibem a autoridade” de comandantes.

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