Carlos e Flávio Bolsonaro criticam reaproximação de Lula com Maduro
Brasília, Quarta, 01 de julho de 2026
Mundo

Carlos e Flávio Bolsonaro criticam reaproximação de Lula com Maduro

Carlos citou ainda a visita oficial de Maduro a Brasília, em maio de 2023, após oito anos sem encontros presidenciais. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Carlos citou ainda a visita oficial de Maduro a Brasília, em maio de 2023, após oito anos sem encontros presidenciais. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Por Redação

Os parlamentares afirmam que o petista normalizou as relações com a Venezuela após eleição

O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (4) que o governo do presidente Lula (PT) “adotou uma política externa que incluiu a normalização das relações com a Venezuela sob o governo de Nicolás Maduro”.

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Segundo ele, durante o governo Jair Bolsonaro (2019–2022), “o Brasil tinha interrompido relações diplomáticas com o governo Maduro e reconhecido o opositor Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, em consonância com os Estados Unidos e cerca de 50 países, em resposta a eleições venezuelanas contestadas por parte da comunidade internacional”.

Carlos citou ainda a visita oficial de Maduro a Brasília, em maio de 2023, após oito anos sem encontros presidenciais, “marcando o retorno de laços políticos, diplomáticos, ideológicos e comerciais entre os dois países”.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também criticou a reaproximação.

“Em 2022, a Justiça Eleitoral tentou impedir que Lula fosse associado a Nicolás Maduro, mesmo diante de uma amizade antiga e pública. Mas a realidade fala mais alto. Basta observar por alguns minutos para entender que ambos defendem o mesmo projeto de poder. Lula é Maduro. Maduro é Lula.”

Em contrapartida, o presidente Lula defendeu a Venezuela e repudiou ataques dos Estados Unidos contra o país, classificando a ação como uma “afronta gravíssima” que “viola a soberania nacional e cria um precedente perigoso para a comunidade internacional” e “ameaça a preservação da região como zona de paz”.

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