O deputado federal Luciano Zucco (PL) desponta como principal nome na disputa pelo governo do Rio Grande do Sul, segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (17). O levantamento mostra o parlamentar na liderança em todos os cenários simulados para o primeiro turno.
Na principal projeção estimulada, Zucco soma 31% das intenções de voto. Na sequência aparecem Juliana Brizola (PDT), com 24%, e Edegar Pretto (PT), com 19%. O vice-governador Gabriel Souza (MDB) registra 13%, enquanto Covatti Filho (PP) tem 3% e o prefeito de Guaíba, Marcelo Maranata (PSDB), 1%. Votos brancos e nulos somam 4%, e 5% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
Outros cenários reforçam a dianteira do deputado. Em uma simulação sem Pretto, Zucco chega a 35%, seguido por Juliana, com 30%, e Gabriel Souza, com 16%. Já em um quadro alternativo sem Brizola, o parlamentar do PL atinge 36%, enquanto Pretto aparece com 27% e Souza com 17%.
Segundo turno
As projeções para um eventual segundo turno indicam vantagem de Zucco, mas com margens mais estreitas em alguns casos. Contra Juliana Brizola, o deputado teria 40% das intenções de voto, ante 37% da adversária. Já em um confronto com Edegar Pretto, a diferença é mais ampla: 43% a 33%.
Sem a presença de Zucco, a disputa entre os candidatos de centro-esquerda mostra Juliana à frente, com 39%, contra 30% de Pretto, evidenciando uma reorganização do eleitorado nesse cenário.
Corrida ao Senado
O levantamento também avaliou a disputa por duas vagas ao Senado. No primeiro cenário, há empate técnico entre Manuela D’Ávila (PSOL) e Marcel van Hattem (Novo), ambos com 18%, seguidos de perto por Sanderson (PL), com 17%. Paulo Pimenta (PT) aparece com 13%, e Germano Rigotto (MDB), com 12%.
Em uma segunda simulação, com a inclusão do governador Eduardo Leite (PSD), o cenário fica ainda mais equilibrado: Leite, Manuela, van Hattem e Sanderson aparecem empatados com 16% cada.
Metodologia
A pesquisa ouviu 1.500 eleitores no Rio Grande do Sul entre os dias 14 e 16 de março, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RS-02550/2026.
