Esquerda cria “frente emergencial” para reagir à captura do ditador socialista venezuelano
PT, PSOL, MST e outras organizações de esquerda lançaram uma “frente emergencial” em defesa da Venezuela e contra a captura de Nicolás Maduro pelos EUA. Decisão foi tomada em reunião virtual no domingo (04), um dia depois da ação contra o ditador socialista em Caracas.
Mais de 300 pessoas participaram do lançamento da “frente emergencial”, incluindo representantes de PCdoB, PSTU, centrais sindicais e UNE.
A frente pró-Maduro terá um representante de cada entidade e começará a atuar em 14 de janeiro.
O objetivo da esquerda é organizar “ações políticas” nos estados por meio de comitês locais e coordenar mobilizações em todo o país sobre a Venezuelan.
No encontro, os grupos acusaram os EUA de “agressão imperialista” e afirmaram que o ataque à Venezuela representa “uma ameaça à soberania de toda a América Latina”.
Também classificaram como “sequestro ilegal” a captura de Maduro. Uma “violação brutal” do direito internacional, de acordo com a “frente emergencial”.
Os partidos exigirão que Executivo, Legislativo e Judiciário brasileiros se posicionem oficialmente em solidariedade ao governo e à população venezuelana.
